quinta-feira, 26 de abril de 2012

São Paulo!

Laura foi para São Paulo ontem! God! adivinhem? de TREM!

 
                               Que horas que voltamos? as 17 horas!! Rush total, loucura total.


Gargalhada!

Minha gostosura esta aprendendo a dar aquelas deliciosas risadas voluntárias que encantam qualquer pessoa, nessas fotos (abaixo) era hoje cedo e eu tinha deixado ela no berço para lavar a mão, ao voltar, toda encantada ao me ver começou a dar essas risadinhas/gargalhadas muito LINDAS de reconhecimento "oi mamãe! você voltou, você voltou" as fotos foram tiradas bem seguidinhas mesmo (intervalos de segundo entre elas). A vida pega aquele gostinho de "vidão" e " tudo vale a pena" ao ver uma cena dessas. 
Princesinha da mãe, amo demais.





Laurinha por aqui, vai saber o que é brincar na rua, a ver vaca todo dia, cavalo, pássaros...



segunda-feira, 23 de abril de 2012

Seremos sinceros...

A vida de mãe, em fim...

Diferente do que imaginei, sonhei, vi, enquanto grávida...

como eu vi em alguma propaganda na TV "É o trabalho mais difícil no mundo e também o melhor"

  

Ser mãe é tentar não sucumbir as tentações divergentes do seu conceito e ao mesmo tempo ser pegas por elas em alguns momentos de relapso. 

  Aqui chupeta nunca entrou (mas se eu tivesse alguma escondida no bolso...), porém a TV (tão proibida até os 2 anos!!) já foram infelizmente palco de entretenimento. música e histórias de livros infantis já fazem parte do contexto de casa desde a gravidez e não mudaram agora, mas a bendita coca-cola comecei a tentar me privar hoje. 
  O que mais acharam que eu ia desistir, é o que eu mais me agarro com fervor, (as benditas fraldas de pano), mas hoje elas me decepcionaram quando achei assadura no meu bumbum favorito! (aiai...) não desistirei delas (ainda as amo, rsrs) mas foram 10 minutinhos de sol e 1 hora sem fralda no bumbum delicioso (tentando o E.C.- Comunicação da eliminação, logo explico o que é). 
   Além disso, estudar por aqui esta indo "água á baixo", realmente sem pique. Alimentação correta é outra coisa que não tenho tempo. O tempo que o neném dorme estou eu aqui, de vez estudar, comer ou tomar banho (básico). 
    Amamentação, ainda *_* amo. Livre demanda por aqui, EVER, criança manda.
    Cama compartilhada, ela anda dormindo comigo, ao menos metade da noite. Não curto muito por minha causa mesmo. (fico exprimida entre as duas crianças (o pai e a Laura, hehehe). 
     Continuo sem acreditar em cólicas e em "mimo", todas as vezes é ou um pum, ou um arroto, ou precisa de atenção (porque chamar isso de mimo? você quando quer conversar, as pessoas te acham mimada?) ou claro, mamar.
             
  Se tem vezes que encho o saco? TEM!! tem vezes que queria estar indo a faculdade todos os dias, sinto falta dos amigos, dos colegas e até de pegar trem (eita!). 
  Mas tem muito mais vezes que quero "só mais um", hehehe...

 Aqui o que pesou mesmo (para mim) foi a morte da Melzinha que esta meio foda de esquecer (também esquecer não é a palavra...) e as vezes me perco pensando nela (aquele apertinho característico de saudades), e me sinto meio sozinha ou perdida sem ela (ANOS com ela em casa!). mas graças a Laura chora ou ri! e vou continuando, vou aprendendo o que fazer...Felicidade aqui também não falta!

 



sábado, 21 de abril de 2012

Troca de Fraldas

trocando a jeans cheia de cocô pela da girafinha...


                                                   Linda de Fralda Jeans


                                                        Feliz da vida com a de girafinha!

                                                  Linda da mamãe.

Espelho, espelho meu...













terça-feira, 17 de abril de 2012

titio, papai and me

A cólica

A primeira vez que li este texto ainda estava grávida, em um blog de uma mamãe amiga minha... como minha filha já tem 1 mês (quanta experiência!) posso afirmar que não, ela não tem cólica. se ela faz escândalo quando já esta limpa e com a barriga cheia? FAZ! e se faz! mas acho que é bem a necessidade de colo, atenção, briga com sono entre outras necessidades de mãe e proteção.

Não acredito que ela sinta dor, exatamente porque se seguindo o que o Dr. González diz, e mais o que a teoria da estero-gestação diz, ela para de chorar e ou acaba dormindo, ou fica quietinha e feliz no canto dela.

Mas claro, que quando alguém diz, "é cólica tadinha", eu pego e dou muita atenção para parar a dorzinha, não fico mais contrariando os mais velhos, hehehe, já percebi que não dá certo, um simples, "você tem razão" basta. E a minha filhota acaba mesmo conseguindo o que quer, mamãe e proteção :D.










A Cólica - Por Dr. Carlos González




Os bebês ocidentais costumam chorar bastante durante os primeiros meses, o que se conhece como cólica do lactente ou cólica do primeiro trimestre. Cólica é a contração espasmódica e dolorosa de uma víscera oca; há cólicas dos rins, da vesícula e do intestino. Como o lactente não é uma vesícula oca e o primeiro trimestre muito menos, o nome logo de cara não é muito feliz. Chamavam de cólica porque se acreditava que doía a barriga dos bebês; mas isso é impossível saber. A dor não se vê, tem de ser explicada pelo paciente. Quando perguntam a eles: “por que você está chorando?”, os bebês insistem em não responder; quando perguntam novamente anos depois, sempre dizem que não se lembram. Então ninguém sabe se está doendo a barriga, ou a cabeça, ou as costas, ou se é coceira na sola dos pés, ou se o barulho está incomodando, ou simplesmente se estão preocupados com alguma notícia que ouviram no rádio. Por isso, os livros modernos frequentemente evitam a palavra cólica e preferem chamar de choro excessivo na infância. É lógico pensar que nem todos os bebês choram pelo mesmo motivo; alguns talvez sintam dor na barriga, mas outro pode estar com fome, ou frio, ou calor, e outros (provavelmente a maioria) simplesmente precisam de colo.

Tipicamente, o choro acontece sobretudo à tarde, de seis às dez, a hora crítica. Às vezes de oito à meia-noite, às vezes de meia-noite às quatro, e alguns parecem que estão a postos vinte e quatro horas por dia. Costuma começar depois de duas ou três semanas de vida e costuma melhorar por volta dos três meses (mas nem sempre).

Quando a mãe amamenta e o bebê chora de tarde, sempre há alguma alma caridosa que diz: “Claro! De tarde seu leite acaba!”. Mas então, por que os bebês que tomam mamadeira têm cólicas? (a incidência de cólica parece ser a mesma entre os bebês amamentados e os que tomam mamadeira). Por acaso há alguma mãe que prepare uma mamadeira de 150 ml pela manhã e de tarde uma de 90 ml somente para incomodar e para fazer o bebê chorar? Claro que não! As mamadeiras são exatamente iguais, mas o bebê que de manhã dormia mais ou menos tranquilo, à tarde chora sem parar. Não é por fome.

“Então, por que minha filha passa a tarde toda pendurada no peito e por que vejo que meus peitos estão murchos?” Quando um bebê está chorando, a mãe que dá mamadeira pode fazer várias coisas: pegar no colo, embalar, cantar, fazer carinho, colocar a chupeta, dar a mamadeira, deixar chorar (não estou dizendo que seja conveniente ou recomendável deixar chorar, só digo que é uma das coisas que a mãe poderia fazer). A mãe que amamenta pode fazer todas essas coisas (incluindo dar uma mamadeira e deixar chorar), mas, além disso, pode fazer uma exclusiva: dar o peito. A maioria das mães descobrem que dar de mamar é a maneira mais fácil e rápida de acalmar o bebê (em casa chamamos o peito de anestesia), então dão de mamar várias vezes ao longo da tarde. Claro que o peito fica murcho, mas não por falta de leite, mas sim porque todo o leite está na barriga do bebê. O bebê não tem fome alguma, pelo contrário, está entupido de leite.

Se a mãe está feliz em dar de mamar o tempo todo e não sente dor no mamilo (se o bebê pede toda hora e doem os mamilos, é provável que a pega esteja errada), e se o bebê se acalma assim, não há inconveniente. Pode dar de mamar todas as vezes e todo o tempo que quiser. Pode deitar na cama e descansar enquanto o filho mama. Mas claro, se a mãe está cansada, desesperada, farta de tanto amamentar, e se o bebê está engordando bem, não há inconveniente que diga ao pai, à avó ou ao primeiro voluntário que aparecer: “pegue este bebê, leve para passear em outro cômodo ou na rua e volte daqui a duas horas”. Porque se um bebê que mama bem e engorda normalmente mama cinco vezes em duas horas e continua chorando, podemos ter razoavelmente a certeza de que não chora de fome (outra coisa seria um bebê que engorda muito pouco ou que não estava engordando nada até dois dias atrás e agora começa a se recuperar: talvez esse bebê necessite mamar muitíssimas vezes seguidas). E sim, se pedir para alguém levar o bebê para passear, aproveite para descansar e, se possível, dormir. Nada de lavar a louça ou colocar em dia a roupa para passar, pois não adiantaria nada.

Às vezes, acontece de a mãe estar desesperada por passar horas dando de mamar, colo, peito, colo e tudo de novo. Recebe seu marido como se fosse uma cavalaria: “por favor, faça algo com essa menina, pois estou ao ponto de ficar doida”. O papai pega o bebê no colo (não sem certa apreensão, devido às circunstâncias), a menina apoia a cabecinha sobre seu ombro e “plim” pega no sono. Há várias explicações possíveis para esse fenômeno. Dizem que nós homens temos os ombros mais largos, e que se pode dormir melhor neles. Como estava há duas horas dançando, é lógico que a bebê esteja bastante cansada. Talvez precisasse de uma mudança de ares, quer dizer, de colo (e muitas vezes acontece o contrário: o pai não sabe o que fazer e a mãe consegue tranquilizar o bebê em segundos).

Tenho a impressão (mas é somente uma teoria minha, não tenho nenhuma prova) de que em alguns casos o que ocorre é que o bebê também está farto de mamar. Não tem fome, mas não é capaz de repousar a cabeça sobre o ombro de sua mãe e dormir tranqüilo. É como se não conhecesse outra forma de se relacionar com sua mãe a não ser mamando. Talvez se sinta como nós quando nos oferecem nossa sobremesa favorita depois de uma opípara refeição. Não temos como recusar, mas passamos a tarde com indigestão. No colo da mamãe é uma dúvida permanente entre querer e poder; por outro lado, com papai, não há dúvida possível: não tem mamá, então é só dormir.

Minha teoria tem muitos pontos fracos, claro. Para começar, a maior parte dos bebês do mundo estão o dia todo no colo (ou carregados nas costas) de sua mãe e, em geral, descansam tranquilos e quase não choram. Mas talvez esses bebês conheçam uma outra forma de se relacionar com suas mães, sem necessidade de mamar. Em nossa cultura fazemos de tudo para deixar o bebê no berço várias horas por dia; talvez assim lhes passemos a idéia de que só podem estar com a mãe se for para mamar.

Porque o certo é que a cólica do lactente parece ser quase exclusiva da nossa cultura. Alguns a consideram uma doença da nossa civilização, a consequência de dar aos bebês menos contato físico do que necessitam. Em outras sociedades o conceito de cólica é desconhecido. Na Coreia, o Dr. Lee não encontrou nenhum caso de cólica entre 160 lactentes. Com um mês de idade, os bebês coreanos só passavam duas horas por dia sozinhos contra as dezesseis horas dos norteamericanos. Os bebês coreanos passavam o dobro do tempo no colo que os norteamericanos e suas mães atendiam praticamente sempre que choravam. As mães norteamericanas ignoravam deliberadamente o choro de seus filhos em quase a metade das vezes.

No Canadá, Hunziker e Barr demonstraram que se podia prevenir a cólica do lactente recomendando às mães que pegassem seus bebês no colo várias horas por dia. É muito boa idéia levar os bebês pendurados, como fazem a maior parte das mães do mundo. Hoje em dia é possível comprar vários modelos de carregadores de bebês nos quais ele pode ser levado confortavelmente em casa e na rua. Não corra para colocar o bebê no berço assim que ele adormecer; ele gosta de estar com a mamãe, mesmo quando está dormindo. Não espere que o bebê comece a chorar, com duas ou três semanas de vida, para pegá-lo no colo; pode acontecer de ter “passado do ponto” e nem no colo ele se acalmar. Os bebês necessitam de muito contato físico, muito colo, desde o nascimento. Não é conveniente estarem separados de sua mãe, e muito menos sozinhos em outro cômodo. Durante o dia, se o deixar dormindo um pouco em seu bercinho, é melhor que o bercinho esteja na sala; assim ambos (mãe e filho) se sentirão mais seguros e descansarão melhor.

A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso... Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios. Há algumas décadas, as farmácias espanholas vendiam medicamentos para cólicas que continham barbitúricos (se fazia efeito, claro, o bebê caía duro). Outros preferem as ervas e chás, os remédios homeopáticos, as massagens. Todos os tratamentos de que tenho notícia têm algo em comum: tem de tocar no bebê para dá-lo. O bebê está no berço chorando; a mãe o pega no colo, dá camomila e o bebê se cala. Teria seacalmado mesmo sem camomila, com o peito, ou somente com o colo. Se, ao contrário, inventassem um aparelho eletrônico para administrar camomila, ativado pelo som do choro do bebê, uma microcâmera que filmasse o berço, um administrador que identificasse a boca aberta e controlasse uma seringa que lançasse um jato de camomila direto na boca... Acredita que o bebê se acalmaria desse modo? Não é a camomila, não é o remédio homeopático! É o colo da mãe que cura a cólica.

Taubman, um pediatra americano, demonstrou que umas simples instruções para a mãe (tabela 1) faziam desaparecer a cólica em menos de duas semanas. Os bebês cujas mães os atendiam, passaram de uma média de 2,6 horas ao dia de choro para somente 0,8 horas. Enquanto isso, os do grupo de controle, que eram deixados chorando, choravam cada vez mais: de 3,1 horas passaram a 3,8 horas. Quer dizer, os bebês não choram por gosto, mas porque alguma coisa está acontecendo. Se são deixados chorando, choram mais, se tentam consolá-los, choram menos (uma coisa tão lógica! Por que tanta gente se esforça em nos fazer acreditar justo no contrário?).

Tabela 1 – Instruções para tratar a cólica, segundo Taubman (Pediatrics 1984;74:998)

1- Tente não deixar nunca o bebê chorando.

2- Para descobrir por que seu filho está chorando, tenha em conta as seguintes possibilidades:

a- O bebê tem fome e quer mamar.

b- O bebê quer sugar, mesmo sem fome.

c- O bebê quer colo.

d- O bebê está entediado e quer distração.

e- O bebê está cansado e quer dormir.

3- Se continuar chorando durante mais de cinco minutos com uma opção, tente com outra.

4- Decida você mesma em qual ordem testará as opções anteriores.

5- Não tenha medo de superalimentar seu filho. Isso não vai acontecer.

6- Não tenha medo de estragar seu filho. Isso também não vai acontecer.




No grupo de controle, as instruções eram: quando o bebê chorar e você não souber o que está acontecendo, deixe-o no berço e saia do quarto. Se após vinte minutos ele continuar chorando, torne a entrar, verifique (um minuto) que não há nada, e volte a sair do quarto. Se após vinte minutos ele continuar chorando etc. Se após três horas ele continuar chorando, alimente-o e recomece. As duas últimas instruções do Dr. Taubman me parecem especialmente importantes: é impossível superalimentar um bebê por oferecer-lhe muita comida (que o digam as mães que tentam enfiar a papinha em um bebê que não quer comer); e é impossível estragar um bebê dando-lhe muita atenção. Estragar significa prejudicá-lo. Estragar uma criança é bater nela, insultá-la, ridicularizá-la, ignorar seu choro. Contrariamente, dar atenção, dar colo, acariciá-la, consolá-la, falar com ela, beijá-la, sorrir para ela são e sempre foram uma maneira de criá-la bem, não de estragá-la. Não existe nenhuma doença mental causada por um excesso de colo, de carinho, de afagos... Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais , ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais. E, contudo, a prevenção dessa doença mental imaginária, o estrago infantil crônico , parece ser a maior preocupação de nossa sociedade. E se não, amiga leitora, relembre e compare: quantas pessoas, desde que você ficou grávida, avisaram da importância de colocar protetores de tomada, de guardar em lugar seguro os produtos tóxicos, de usar uma cadeirinha de segurança no carro ou de vacinar seu filho contra o tétano? Quantas pessoas, por outro lado, avisaram para você não dar muito colo, não colocar para dormir na sua cama, não acostumar mal o bebê?




Lee K. The crying pattern of Korean infants and related factors. Dev Med Child Neurol. 1994; 36:601-7 Hunziker UA, Barr RG. Increased carrying reduces infant crying: a randomized controlled trial. Pediatrics 1986;77:641-8 Taubnan B. Clinical trial of treatment of colic by modification of parent-infant interaction. Pediatrics 1984;74:998-1003 Do livro Un regalo para toda la vida- Guía de la lactancia materna,Carlos González Tradução: Fernanda Mainier Revisão: Luciana Freitas

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Fraldas de Pano - impressões de 1 mês!

E aí Aline, as Fraldas de pano são tão boas assim mesmo?

Putz, sinceramente. São. Realmente não dão trabalho, deixam o neném com aquela bundinha enfeitada e sem a fralda, lisinha (por aqui não existe assadura!). é fácil de trocar, lavar, entre outros.

Mas como VOCÊ lava?
  eu pego todas as fraldas, depois de 2 dias (acumuladas em um baldinho), tiro o excesso de cocô no tanque com uma escovinha (algumas mães atacam direto na máquina, mas eu considero uma terapia tirar cocô, rsrs, ADORO!) e ataco no tanque em 1 lavagem rápida SEM sabão, amaciante, Nada. depois eu coloco no ciclo mais longo e coloco uns 5ml de sabão (bem pouquinho mesmo). Tiro da máquina e deixo secando a sombra (se tiver com aquela manchona de cocô deixo no sol, se tiver ainda fedido, deixo no sol também). Saí branquinho tudo, 1 vez por mês coloco bicarbonato para deixar + branco. Do varal, vai diretão para a gaveta, nada de passar ferro (ESTRAGA! não pode!).

  E as marcas?
  Esse é o que PESA, eu comprei diversas marcas, algumas eu realmente não gostei, outras AMO, eu uso todas porque as que eu AMO não dão conta sozinhas, então sempre perco algumas roupinhas que ficam cheias de xixi (PUTZ!)
 A que eu mais amo é a EFRAL, ela é de velcro e normalmente saí da máquina direto para a bunda, também é a que eu uso para passar a noite inteira, ela é "capa" ou seja, dá para trocar o absorvente e continuar com a mesma fralda, é as que eu uso também para sair! Comigo ela deu super certo, mas sei que ela não dura muito por causa do velcro (desgasta), eu tenho 3 P delas e 2 RN e que já não cabem mais...:(
  A Fralda Bonita eu ainda não consegui usar sem vazar, deve ser porque ainda é BIG para minha filha, as pernas sobram demais. estou esperando para ver se um dia elas vão "caber" (tenho 8 delas! :( ).
  A Fralda Madrinha, agora ficaram perfeitas, empata um pouco com a EFRAL, mas vazaram muito até aqui, agora encaixou perfeito nas perninhas da Laurinha, são mais bonitinhas e mais confortáveis, de botão. e não fica marquinha como a efral...(tenho 3)
  Fio da Terra, não gosto, nem desgosto, muito pelo contrário, elas são de botão também e as vezes vaza outras não vazam, são temperamentais.(tenho 5)
  Chinesinhas, essas eu ainda não usei, ficam com um bundão monstruoso! rsrs, mas nos próximos dias irei testa-las!(tenho 9)

E os absorventes?


 eu tenho fraldas cremers para quebrar o galho (umas 30!) mas elas duram de 2 ah 3 horas no máximo! Tenho Flanelas, que seguram muito, uma noite inteira, (tenho 6 :( ) mas demoram uns 2 dias para secar (muito) , espero ansiosas para elas estarem secas e logo já estão no bumbum! Tenho atoalhadas que adoro também, fazem pouco volume na fralda e secam até que rápido, MAS só tenho 2 e 9 microfibras, que não curto muito porque deixam com bundão, não pode estar em contato direto com o bumbum e ficam com cheirinho depois que lava (écati), mas segura pakas!

Mas você NUNCA usa Fraldas descartáveis?
  USO, se eu demorar mais de 2 dias para lavar as fraldas, elas são necessárias (usei umas 20 unidades até hoje), perdi 2 pacotes de fraldas RN e outros 2 ficaram pela metade. Nunco uso para sair, exatamente para fazer propagandas das fraldinhas de pano (a mulherada sempre quer ir ver a troca de fraldas do neném, aproveito e faço propaganda das fraldinhas mostrando a delícia do bumbum da minha filha!).
   Mas eu não consigo colocar com sucesso essas fraldas na minha filhota, quando eu coloco VAZA. Aí o pai tem que colocar. (acho que eu odeio tanto aquele barulho de plástico que faço questão inconscientemente de colocar errado, hehehe)

Quanto foram todo o gasto com elas?
  olha, no total elas saíram 500 reais. são 32 fraldas. eu ganhei esse dinheiro e apliquei nas fraldas. acabei dando 2 fraldas para nenéns conhecidos que não continuaram usando e as perdi :(. Dessas, aproximadamente 15 vão durar 2 anos, outras 5, 1 ano...outras 10, 6 meses. Só que as fraldas são trocáveis, ou seja, quando seu neném crescer demais, você pode trocar sua fralda ou vende-la por um preço que chega a ser metade ou um pouco mais que a metade de quando você comprou. Ainda pretendo ter mais Efral, agora a situação apertou BASTANTE e  vou ter que esperar um pouco. Pretendo também comprar mais flanelas e atoalhados, para usar realmente 100% do tempo se eu ficar 3 dias sem lavar. Fazendo toda uma conta, vale muito a pena economicamente, a fralda que custe 50 reais, ela custará por mes 2 reais, sendo que são uns 30 usos, que dará 6 centavos por uso. (a média é de que uma fralda custe 30 reais), eu não fiz as contas, mas tem umas meninas que fizeram, contando água e energia! os blogs delas estão aí na parte do lado... No final vale a pena, se ficar apertado, você não vai ter que correr atrás de fraldas na farmácia, procurando marcas X, que vão deixar o bumbum assado e vazando all the time.

E o que mais?


   Bom, nunca usei uma pomada anti-assadura ( e eu tenho umas 10), pretendo nunca usar também.



sexta-feira, 13 de abril de 2012

O show tem que continuar...



É difícil dar o primeiro passo, A mel faleceu ontem as 9 da noite, quase 24 horas depois de uma cirurgia de remoção do útero.
Eu a vi, lá estendida, quente ainda...
É difícil dar o segundo passo, é difícil respirar, conversar, escrever e até chorar...só não é difícil pensar, lembrar.
Estou bem, estamos bem, conformada.
Quarta já havia prometido a ela, "eu aguento o tranco, vá em paz, eu aguento", havia prometido também que levava o vovô dela se ela saísse viva, levei, ela não chegou a vê-lo, mas sentiu.
Pude me despedir, disse que amava e agradeci pelos momentos vividos. Ela foi sensacional. SENSACIONAL.
é difícil dar o terceiro passo, mas o neném chora de fome e você tem que amamentar, tem que amar, tem que sorrir, um sorriso sincero. díficil é dormir, é deitar a cabeça no travesseiro e não pensar. é difícil não pensar.
é difícil dar o quarto, o quinto, o sexto passo...mas a gente dá, tem que dar.
 o Show tem que continuar...

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Para a mel. "meu pensamento lá em você"



Nem um dia (Djavan)

Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide (bis)
Longe da felicidade e todas as suas luzes
Te desejo como ao ar
Mais que tudo
És manhã na natureza das flores
Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você
E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris(bis)

Um dia frio
Um bom lugar prá ler um livro
E o pensamento lá em você
Eu sem você não vivo
Um dia triste
Toda fragilidade incide
E o pensamento lá em você
E tudo me divide
Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes
Não te esquecerei um dia
Nem um dia
Espero com a força do pensamento
Recriar a luz que me trará você
E tudo nascerá mais belo
O verde faz do azul com o amarelo
O elo com todas as cores
Pra enfeitar amores gris(bis)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Mãe Slingueira =D

O sling é uma coisa que tinha muita curiosidade em experimentar depois que a Laura nascesse, digo isso porque as pessoas que convivo não "curtiam" muito a ideia. Aqui em São Paulo (ou Grande São Paulo) esse pedaço de pano não é tão comum (me disseram que no Rio por exemplo, se vê o tempo inteiro alguém carregando o neném no sling). 
Pois é, eu comprei o meu Sling de uma mamãe carioca lá no Rio e de todas as compras adquiridas (aliás, esse foi presente da minha Tia Thaís) esse foi um dos mais úteis, imagine-se ficar grudadinha com a pessoa que você mais ama neste mundo e poder ao mesmo tempo usar as duas mãos para lavar louça, arrumar a cama, estudar, ficar no computador ou sei lá, o que quiser...A sensação é de ainda carrega-la no útero e poder ao mesmo tempo ver sua carinha quando quiser, e ao contrário do que muita gente pensa, Não, não vai criar uma pessoa dependente e carente, muito pelo contrário, vai criar uma pessoa Confiante e ao seu tempo, independente sim. (querer que uma criança de 3 anos seja independente, eu, particularmente acho um crime). 
Pois então, atividade que mais gosto e pratico ultimamente é slingar, não sofro com isso e nem sofrerei com isso no futuro se ela quiser slingar sempre. Slingando que a gente vai construindo uma relação mamãe e filha mais intensa. juntinhas. 
Aliás, frase que já coloquei no blog anteriormente, mas alguém já viu algum adulto tornar-se criminoso por ter ganhado amor demais dos pais? pois eu nunca vi.
Sei que existe muitos preconceitos com essa prática (eu mesma já ouvi, "tadinha! aí neste saco!"), eu finjo que não ouço e só concordo, "é mesmo, ela deve estar sufocada neste SACO, tadinha" e continuo com ela no sling, hehehe ... com gente que considero eu tento dar alguma argumentação (podia simplesmente concordar e continuar fazendo o que acho certo, mas meu temperamento as vezes não permite, mas as vezes estou cansada de discussão e concordo logo, mas é raro) e muita gente não curte porque não tem como sair pegando do meu colo (aliás, uma das coisas que curto também é que no sling ela fica no meu colo e não preciso ficar passando de colo em colo de desconhecidos, alternativa perfeita para festas, reuniões e lugares públicos ou quando quero ela só para mim! =D).
O sling para mim é demonstração de afeto e uma ferramenta extremamente útil para as mamães ocupadas de hoje em dia. Meu plano é comprar mais 2 ou 3, esperar só melhorar financeiramente para "importar" do Rio....



Laurinha no Sling. Mega tranquila.

Minhas caras metades.

Hoje cedo!

Olhão vermelho por causa do flash! :D
                                              No escurinho do quarto, com meu casaco preferido! (do priminho Gabriel)
                                                          A vida é Boa, não??

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Amamentação

Me perguntaram à pouco sobre amamentação em público... como faço...

 
       Pois é, eu não sou uma moça recalcada, não tenho e nunca tive vergonha do meu corpo... na praia sempre fiquei de biquíni (independente de pelos, estrias, gorduras e afins), obviamente tento amenizar o estrago, mas nem sempre dá certo, hehehe...e muito menos tive vergonha de ficar pelada ou mostrar partes do corpo quando necessário (não vão pensar baixaria, hehehe), só tive pudor quando tinha idosos envolvidos bizarro.
        Quanto a amamentar em público eu tive problemas só no SUS (acho que tenho fobia a amamentar com idoso ao redor, amamentaçãoidosofobia) mas de resto não tenho pudor em deixar meus seios à mostra, eles não são grandes e bonitos para atrair olhares pervertidos, nem feios para atrair olhares de nojo, então aonde eu tiver amamento mesmo e sem cobrir nada; acredito mesmo que quem olhar, só estará olhando uma ação simples de intenso amor. (contanto que não tenha idosos ao redor, hehehe)
           A Laura amamenta a cada segundo praticamente (sério!) e aqui é LD, quando ela abre a boca o peito já esta na boca dela... então direto visitas e todos os parentes já me viram dando de mama na boa, em um aniversário que teve aqui no prédio dei de mama tranquila, só me incomodei um pouco com fotos muito diretas do meu peito pulando para fora da boca da Laura... (Vê lá na hora é uma coisa, guardar para a posteridade é outra! ). O que fico com receio é eu estar incomodando alguém por estar dando de mamar assim, na maior cara dura, aí as vezes fico sem jeito de colocar o peitão lá para fora e deixar (normalmente os homens) constrangidos, mas eu normalmente só descubro que os deixei constrangidos quando já estou no meio da mamada e a pessoa fica praticamente olhando para cima...(peloamor! não vou achar que esta olhando para o meu peito se olhar normal! hehehe) Mas isso é raro e só aconteceu 1 ou 2 vezes, quando dei de mamar sem avisar e quando a pessoa estava indo me visitar pela primeira vez...
        Em fim, respondendo a pergunta... em público, público, tipo busão, shopping, trem...ainda não sei como (eu) funciono para dar de mamar, mas acredito fortemente que não terei problema algum e que com certeza não comprarei capas para amamentação, isolando minha filha do resto da humanidade, como se mamar não fosse algo completamente Lindo e Natural. Mas também não me revoltaria se alguém tivesse pudor ou achasse "sexual" demais e pedisse para eu me cobrir ou ter mais descrição (também não acho que sou assim tão aberta), mas jamais iria para um banheiro para amamentar... isso JAMAIS, minha filha não come em banheiro. não mesmo.
         Acho que respondi a pergunta =D
       
agora neném chorando...Logo posto mais coisas!

Chupetas

estudo contido no site: http://www.puc-campinas.edu.br/pesquisa/ic/pic2009/resumos/2009821_171413_207264470_resF86.pdf



 Alguns trechos:

3.2.4. Pediatria
A chupeta tem sido associada à criança e é
oferecida, muitas vezes, antes do estabelecimento
da amamentação, pela influência de avós ou tias [3].
Dessa forma, crianças que a usam tendem a colocar
a língua na posição errada, na hora de sugar o seio.
Não conseguindo retirar o leite, choram de fome e o
rejeitam, o que favorece o desmame (confusão de
bicos)...


3.2.2. Fonoaudiologia
A
chupeta, quando necessária para dar estabilidade
emocional, deve ser usada de forma racional, pois a
severidade dos efeitos nocivos está relacionada à
duração, frequência e intensidade com que é usada,
podendo determinar má-oclusão dentária, má-
postura de língua e problemas articulatórios


3.2.5. Infectologia
Como qualquer outro objeto levado à boca, a chupeta
pode servir de veículo para infecções (otites,
candidíase e cáries)

Conclusão

Ela impede o estabelecimento da
mamada e induz ao desmame, pois o espaçamento
entre as mamadas diminui o estímulo à produção do
leite. É responsável pela menor duração do
aleitamento. Pode provocar asfixia, intoxicações ou
alergias e aumenta o risco de cáries, infecções e
parasitoses.


    O estudo indica também benefícios da chupeta, como prevenção da morte súbita (extremamente rara), porém como disse anteriormente eu realmente AMO amamentar e qualquer problema que indica que posso diminuir a amamentação eu já fico com medo, então por este motivo, nada de chupetas por aqui...

E hoje...

Laurinha tirando uma sonequinha depois da visita da amiga da mamãe Bruna! :D

Segunda, dia de pediatra...


Segunda foi um dia bem pesado também...
Fomos ao Pediatra do SUS, e mamãe ODIOU... vovó nos levou e ficamos 1 hora e meia na fila com um monte de gente!! Uma velinha atrás ficava dizendo que eu não gostava do colo da mamãe e que ela não tinha leite suficiente, só porque eu queria mamar e ficava abrindo o berreiro e mamãe não queria me amamentar naquele lugar, écati... Vovó conseguiu me acalmar e eu nanei, até a pediatra chamar...

 Quando fomos atendidas a pediatra nos tratou como se mamãe fosse ignorante (ou criança!) e respondeu a pergunta sobre a função do ad-til: "aqui a gente dá e pronto". mandou a mamae tirar minha roupa na frente de uma janela ABERTA, ensinou como se limpa o bumbum (peloamor...) constatou a hérnia e leite nos mamilos (hormônios da mãe) nada demais e concordou que meu bumbum era bem cuidado e bemm longe de assaduras. me pesou e mediu... deu trilhões de remédios para febre, cólica, assaduras (previnir e quando tiver) AFF...essa era de remédios é F¨&%$#.

Peso: 3,400 kilos (ao custo de muito Leite e de alta qualidade)
Altura: 53cm

Depois fomos na banquinha do vovô, mamãe comeu BASTANTE, matou a saudades da rua (e da banca, rsrs), vi o papai a tarde, pois ele estava voltando de uma reunião e depois fui para casa da tia-avó Eide, fiquei um tempinho e fui buscar as tias no colégio e fui para casa da vovó descansar...

No fim do dia eu estava assim na cama dos meus vovôs...

Domingo!

Domingo conheci meu biso pedro e meus bisos Antônio, Nilza e minha tia-bisa Neide. Fiquei quase bem comportadinha (dei uns chorinhos), foi um dia bem pesado, mas eu gostei! Fui para São Paulo pela primeira vez...
              e a mamãe se amargurará sempre por não ter tirado foto neste dia :(.

Sábado!

Nosso fim de semana foi bem agitado, Sábado de manhã vovó chegou para ajudar a mamãe em casa e eu tomei um bainho e me vesti toda bonitona para receber as visitas de hoje...



 Papai chegou as 13 horas do trabalho e aproveitou meu cochilo para tirar um também.....

Ficamos um pouco desconfortáveis, mas nada que um Sonão não ajudasse...


                      Mais tarde um pouquinho, recebemos a visita dos Benzinhos...
                                                                              Ganhamos um bolo de laranja delicioso! mmmm...


Depois, mais a noitinha, recebi a visita do tio babão ops Tio Desinho e da Tia Aline...


    E este foi meu sábado! :D

terça-feira, 3 de abril de 2012

Para acalmar o bebe...

Minha princesa é bem calminha... as vezes.... outras solta um berreiro que nada funciona, ja ta limpa, amamentada, no colo... O que será então?? Aí achei este vídeo que FUNCIONA PERFEITAMENTE. na prática, é incrível, mas ainda não tenho opinião formada a respeito...

      
  Tenho MUITA coisa para contar e muitíssimas fotos para postar, mas estou com um computador lerdo, vou esperar o rapido para começar a contar :D Sábado, Domingo e Segunda...:D