quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Pausa.

Estou dando uma pausa temporária:
Final de semestre: Provas, projetos e construção de novos projetos.
Momentos de reflexão.

Voltarei em Breve, enquanto isso deixo uma foto do meu momento de maior sossego nos últimos dias, hehehe.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

20 meses + Gato.

Oh Yeah! Laura ganhou um Gato.

Plínio Miau.

Eu mencionei a Laura que a gente ia ter um gato e ela ficou "ÊÊÊÊÊÊ".
Antes de sair mencionei de novo, mas ela estava mais interessada em ir logo para rua. hahaha




Eu estava meio "assim" para ter um gato, mas tudo que era gato no bairro a Laura queria parar e ficar horas fazendo carinho, no dia dos seus 20 meses ela sentou no chão e ficou fazendo carinho em um Miau de rua:


E no dia seguinte, fomos ao Shopping:




E decidimos que íamos levar um peixe (é um peixe), mas tinha gatos bonitinhos e ficamos balançados (o vini e a Laura mais do que eu , hahahaha)

E no dia seguinte, trouxemos Plínio Miau para casa, um gatinho com menos de 2 meses e certamente com muito amor para dar e receber!



Welcome Plínio Miau.

PS: Laura chama o Plínio assim ó: Pliiiiiiiiiiiininininininiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii <3

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Empilhar


Brincar de empilhar é muito legal até para mim que sou adulta e é uma das brincadeiras de construção, que  traz inúmeros benefícios as crianças, além da já falada coordenação motora, essa brincadeira traz a construção da segurança e constrói a auto estima (por ter feito algo), por isso é importante a criança terminar a brincadeira e se sentir feliz por ELA ter feito e não a procura de alguma recompensa dos pais - incluso agrado.

O mais legal dessa brincadeira é que qualquer coisa pode ser empilhado (desde potes da mamãe, a caixinhas do papai). 
Para os que realmente tem interesse no assunto, o melhor brinquedo para se brincar de empilhar é a Torre rosa (googleia aí), que é um brinquedo de empilhar, de madeira, que tem diversos tamanhos e deve-se montar em ordem crescente, sendo que a montagem errada faz com que a torre caía. É um brinquedo montessoriano.

Nós usamos um quebra-cabeça 3D com 9 peças:

Primeiro, nós - pais ou adultos - ensinamos como se monta. Basta uma vez e logo a criança monta sozinha...





Dependendo do interesse e concentração da criança, essa brincadeira chega a dura 30 minutos. repetidas vezes. É bom não se intrometer depois dela montar a primeira torre - Laura resolveu organizar por sí mesmo, os quadradinhos um do lado do outro. 
Deixe sempre espaço para a imaginação e boa diversão!



Copo - transferência de líquidos.

A  ideia da brincadeira é só transferir líquido de um copo para o outro. Coloquei corante azul para ficar mais "perceptível". Laura com 1 ano e 7 meses fez algumas vezes antes de derramar tudo e acabar com a brincadeira, rs.

Simples, mas que dura em média 20/30 minutos e que ajuda na coordenação motora. É recomendável mesmo o uso de copo de vidro (peso, noção de cuidado), mas pode ser feito também com copo de plástico!

Primeiramente eu usei com um pote de plástico embaixo para eventuais derrubadas, depois desencanei e limpei tudo no fim com um pano e dei banho na criança, rs.

Aqui já sem o pote...





quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Síndrome dos pais com bebê - quase- independente.

E o grito da independência já ecoava em meus ouvidos á alguns meses, na qual, ingenuamente eu chamava de Terrible two.
Pouco - ou quase nada- reparei que as suas maiores reivindicações era fazer as coisas sozinha - Simples!
Colocar um sapato, acertar um canudinho no buraco, descer escadas, cortar a comida com faca ou até mesmo escolher sua roupa (básico!) e suas tais "birras" em lugares públicos e casas de amigos e parentes (que graças foi poucas) são só sua forma de falar "não! eu quero ficar mais!", "não! eu sei brincar com isso sem quebrar" e "não, já estou cansada, quero ir embora!"

Gosto de dizer que aqui trabalhamos em cooperativa, ninguém tem autoridade, são todos da mesma família, todos tem voz e todos devem ser ouvidos. Do discurso a prática, pouco estava notando que existia uma grande diferença. A vergonha - sim ela - fazia com que na frente dos outros eu pouco escutava o que a Laura tinha a dizer - ou fazer - a respeito do que estávamos fazendo. Mesmo sabendo que estava em uma casa - por exemplo - de autoridade dos pais, e mesmo sendo óbvio que esse sistema - mesmo nessa casa- estava falido - eu fingia que tinha autoridade como mãe, e a Laura fingia que sabia disso. Porque ambas sabem, que ambas se graduaram como mãe e filha no mesmo dia e que ninguém era "autoridade" naquele lugar, era simplesmente eu desrespeitando sua vontade. (verdade seja dita).

Depois do "mini curso" que fiz sobre montessori, comecei  a pensar em muita coisa - e muita ainda não resolvida - principalmente na minha relação com a Laura.
Desde o dia que me mudei e que estou praticamente 100% do tempo com ela, já vejo grande modificações. Ela esta obviamente mais segura, menos chorona e estressada, mais sociável e mais feliz (também não sabia que era possível, rs), sem contar que esta com um incrível vocabulário, crescendo exponencialmente dia a dia - e falando mãe mil vezes mais também, rs.
Já do meu lado, estou mais empolgada com a vida, mais segura também e progredindo nos quesitos que eu sou muito ruim: paciência e foco.

Hoje passeamos pelo bairro - conhecemos as lojas e as academias - e voltando para casa comecei a ensinar as coisas cotidianas, para cada vez mais ela conseguir não só berrar pela independência, mas fazer as coisas independentemente.

Ensinei a colocar e tirar o sapato, a cortar coisas com faca, a acertar o canudinho em um buraco, segurar copo de vidro com as duas mãos, coisa que ela já fazia, mas com uma mãe nada confiável atrás -  e a descer a escada com segurança (subir ela já sabia seguramente).

Fazemos as coisas tão repetidas vezes e a tanto tempo que até esquecemos que aprendemos essas coisas e que devemos ensinar. Depois dessas modificações totalmente básicas, diminuiram e muito os berros por indepêndencia e iniciou-se a real independência. E fica aqui, uma mãe, saudosista, do seu bebê da sua filha quase independente.

Termino, deixando uma pequena sequência de fotos, da minha pequena descendo as escadas de "bundinha", com segurança e sozinha:





segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Domingo Azul

Domingo iniciou-se meio tarde, acordamos meio dia. Laura teve febre no meio da madrugada - nem reclamou - mas ficou acordada. 

Tomamos café da manhã e fomos aproveitar o sol para ir no parque que é bem perto de casa:


 Ela brincou na areia com o papai, mas não se "entusiamou" muito não.


Essa é uma ideia interessante, brincadeira sensorial.
Enterra-se os bichinhos (pode ser na areia, no gelo se for mais velho, ou na gelatina) e pede para a criança acha-los com pá, com a mão ou com a ajuda de ferramentas, como o sal.. se for gelo.
Aqui Laura estava de mau humor, então bastou achar um bichinho e olhe lá.
Repetiremos essa semana com gelatina - aí mostro o resultado para vocês.

Mais a noite, ainda de mau humor - de sono e cansaço - resolvi dar um banho com o tema Azul - uma cor que ela já sabe, mas devido ao cansaço, melhor repeti-la:

Nesse banho usei tinta guache e corante alimentício:

Primeiro pintar os vidros do box, sempre enfatizando a cor azul.
Azul é a cor do oceano, do céu, da galinha pintadinha (ela gosta ué, eu não, rs), do hipopotamo, da bola (que fizeram parte da brincadeira)




E depois coloquei corante alimentício azul na água - ela poderia se banhar nele, mas não quis - reforçando sempre que estamos aprendendo a cor azul.

No banho, enquanto eu ia limpando a sujeira eu sempre falava mais uma vez do azul ("olha a mão da Laura esta azul...") e ao sair ela se enxugou em toalha azul (foi coincidência) e o papai a vestiu de azul e logo depois ela capotou!

E esse foi nosso domingo de céu e cor azul.

sábado, 9 de novembro de 2013

Cores e números: fail

Ontem a tarde tentei apresentar uma atividade com cores e números misturados e uma narrativa envolvendo os palitinhos e suas histórias - e casas.

Mas a atividade não deu certo e ela perdeu o interesse mais rápido que... que... enfim, ela perdeu o interesse logo. 
Mas eu acho que deve ser interessante para uma criança mais velha, foi super fácil de fazer:

Peguei 5 papéis (o melhor é que sejam 10) e escrevi os números. Nos copos coloquei uma faixa de uma cor (azul, vermelho, amarelo, rosa e verde) e dentro dos copos - ou casas - coloquei um palito - ou pessoa - da mesma cor das casas que ela moram e da mesma quantidade do número das casas.
A ideia é tentar aprender números e cores, as aqui eu forcei a barra, mas acredito que dependendo do estímulo da criança, uns 2 anos e meio já é bem tranquilo a atividade - até porque envolve uma história. 

A história foi eu que inventei, mas basicamente é:

O azul, mora sozinho na casa 1.
Os vermelhos, são apaixonados e moram na casa dois vermelha.
Os amarelos são irmãos e moram na casa 3 amarela.
Os irmãos rosas, são 4 e moram na casa 4.
A família verde "ecológica", mamãe, papai e os 3 filhos, moram na casa 5. 


de perto: 

De longe:


Como essa atividade não deu certo, recorri ao velho e bom "pintar" o desenho:


E tudo ficou bem também! =)